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Suspeito de ameaçar prefeito e secretário de Coelho Neto morre em confronto com a polícia

Homem de 26 anos estava foragido após condenação por tráfico de drogas e é apontado como autor de ameaças contra o prefeito e o secretário municipal de Segurança.

Foto: Reprodução

Um homem identificado como Marcelo da Costa Santos, de 26 anos, morreu após um confronto com policiais durante uma operação das Forças Integradas de Segurança, na última sexta-feira (16), em Coelho Neto. Segundo a polícia, ele era suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas, estava foragido após ser condenado a sete anos de prisão pelo mesmo crime e teria feito ameaças contra autoridades do município.

A operação foi realizada no bairro Novo Tempo. Segundo a polícia, ao chegarem à residência de Marcelo, os agentes foram recebidos a tiros e revidaram. O suspeito foi baleado e socorrido, mas morreu ao dar entrada em uma unidade de saúde.

Mensagens compartilhadas pelo WhatsApp e atribuídas a Marcelo continham ameaças contra o comandante do 44º Batalhão de Polícia Militar, que atua na cidade, e sua família, além do secretário municipal de Segurança, Albino Claubert, e do prefeito de Coelho Neto, Bruno Silva.

Em um dos trechos, o autor das mensagens teria escrito: “Vamos matar o Albino e esse prefeito”. Outros conteúdos mencionavam a convocação de integrantes de uma facção criminosa para um possível ataque, com expressões como “desce geral” e orientações para atacar as casas das autoridades.

Foto: Reprodução

As ameaças também teriam sido feitas diretamente às autoridades. Prints das mensagens foram encaminhados à polícia, que teve acesso ao conteúdo e às ameaças atribuídas ao suspeito.

De acordo com a Polícia Militar, Marcelo era integrante de uma facção criminosa e tinha envolvimento em homicídios e tráfico de drogas.

Ainda segundo a polícia, as operações continuarão para combater grupos criminosos no Maranhão. Segundo o balanço apresentado por uma autoridade da área de segurança, 324 pessoas foram presas durante um ano de gestão. No mesmo período, 15 suspeitos morreram em confrontos com policiais, conforme a versão apresentada pela autoridade.

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