Uma mãe vinda do município de Lago da Pedra denuncia que seu filho de apenas 10 meses precisa de um leito cirúrgico de emergência no Hospital Municipal Dr. Odorico Amaral de Matos – Hospital da Criança. A criança está internada desde o dia 13, devido a uma má formação que a criança apresenta na válvula da uretra.
O bebê identificado pelas iniciais A.O.R., precisa realizar uma cirurgia e, segundo a avaliação pediátrica ela corre o risco de perder os rins caso o procedimento não seja realizado com urgência. “É uma cirurgia de urgência e se ele não fazer com rapidez pode perder os rins, e estou clamando por essa cirurgia devido o caso dele que é bem delicado”, disse a mãe.
O bebê chegou a dar entrada na unidade de atendimento no dia 5, recebendo alta no mesmo dia. Contudo, devido ao agravamento do quadro, a mãe retornou ao hospital na madrugada do dia 13 e permanece acompanhando o filho desde então. Na última noite, a criança apresentou febre elevada, aumentando a apreensão quanto ao quadro clínico.
Apesar de destacar o bom atendimento do Hospital da Criança, onde o bebê encontra-se internado, a mãe disse que o local ainda não tem a vaga necessária para a intervenção cirúrgica da criança.
Além da necessidade da cirurgia, a continuidade no ambiente hospitalar sem o atendimento correto, traz riscos como a exposição a infecções hospitalares, além da dificuldade diária de manter acessos venosos e sondas em uma criança de pouca idade. “Estou aqui internada com meu filho, ele está apresentado febre
Sozinha na capital e sem rede de apoio familiar no local, a mãe esclarece que seu intuito não é fazer reclamações contra a equipe médica ou a instituição onde está abrigada, mas sim conseguir a transferência imediata do filho para um leito hospitalar. A garantia do leito é a única alternativa para viabilizar a cirurgia e conseguir manter a função renal da criança.
O Portal Difusora News solicitou nota a Prefeitura de São Luís a fim de obter informações mais detalhadas sobre o caso da criança e a possibilidade de conseguir um leito para a cirurgia, mas até a publicação desta matéria não obteve respostas.






