Na manhã desta sexta-feira (26), terceiro dia de paralisação de trabalhadores rodoviários da empresa 1001 em São Luís, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, anunciou que determinou a abertura de processo de caducidade, ou seja, a quebra de contrato com a operadora, responsável por linhas de ao menos 15 bairros da capital.
O comunicado foi feito em um vídeo publicado nas redes sociais do prefeito. Braide disse ainda que também foram iniciados os procedimentos para a contratação de uma nova empresa para atuar no lugar da 1001.
A greve teve início na última quarta-feira (24). Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Maranhão (STTREMA), a paralisação é motivada por atraso no pagamento de salários e benefícios como 13º e tíquete-alimentação dos funcionários.
Com isso, moradores de ao menos 15 bairros estão sendo afetados com a ausência do transporte público. Confira abaixo a relação das localidades atendidas por linhas da 1001:
- Ribeira
- Viola Kiola
- Vila Itamar
- Tibiri
- Cohatrac
- Parque Jair
- Parque Vitória
- Alto do Turu
- Vila Lobão
- Vila Isabel Cafeteira
- Vila Esperança
- Pedra Caída
- Recanto Verde
- Forquilha
- Ipem Turu
O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) afirma que a paralisação se deve a um desconto ilegal de subsídios promovido pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), em descumprimento a decisão da Vara de Interesses Difusos e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Já a Prefeitura alega que que vem cumprindo com o pagamento do subsídio ao transporte público, conforme previsto, não havendo pendências por parte do Município.


