Um trabalhador identificado como Wilsom França Moreira morreu após sofrer um mal súbito enquanto estava a bordo de um navio em atividade na área marítima do Porto do Itaqui, em São Luís.
De acordo com informações do Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS), a ocorrência foi registrada por volta das 2h52 da madrugada desta terça-feira (23).
Segundo o relato repassado às autoridades, a vítima trabalhava na embarcação quando passou mal repentinamente. Equipes presentes no navio realizaram os primeiros socorros, mas o trabalhador não resistiu e morreu no local.
Após o comunicado, uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi acionada para atender a ocorrência. No entanto, ao chegar ao Porto do Itaqui, os agentes constataram que o navio não estava atracado, permanecendo em fundeio no mar, o que impossibilitou o acesso imediato à embarcação por via terrestre.
Diante da situação, as informações foram repassadas ao supervisor de turno e às demais autoridades responsáveis para adoção das medidas necessárias.
Segundo o registro da ocorrência, havia a expectativa de acionamento de uma aeronave por volta das 7h para possibilitar o acesso à embarcação, caso fosse necessário.
As circunstâncias da morte serão apuradas pelos órgãos competentes. A causa exata do óbito deverá ser confirmada por meio de exames periciais.
Por meio de nota, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) manifestou profundo pesar pelo falecimento do prático Wilson França Moreira, ocorrido na madrugada desta terça-feira (23), durante atividade realizada em embarcação na área de fundeio do complexo portuário de São Luís.
Equipes de atendimento de emergência foram acionadas e realizaram todos os procedimentos possíveis de socorro, mas o profissional não resistiu.
Os serviços de praticagem são prestados por profissionais vinculados à Associação de Práticos, não integrando o quadro de empregados da autoridade portuária. Os práticos atuam em manobras de navegação em diferentes terminais e portos do complexo portuário da capital maranhense.
As circunstâncias da ocorrência serão apuradas pelos órgãos competentes. A autoridade portuária permanece à disposição para colaborar com as autoridades responsáveis, dentro de suas atribuições legais.

