Maurício Ribeiro destacou que as facções criminosas se tornaram uma nova realidade no Brasil
Maurício Ribeiro destacou que as facções criminosas se tornaram uma nova realidade no Brasil
O secretário de Estado da Segurança Pública do Maranhão, Maurício Ribeiro Martins, defendeu a criação de uma nova legislação nacional mais rigorosa para combater as facções no país. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Difusora FM, nesta quinta-feira (23), em meio às ações de segurança intensificadas para combater crimes em São Luís.
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Segundo o secretário, as leis atuais são permissivas e dificultam o trabalho das forças policiais. “O indivíduo comete um crime, é preso e logo depois está solto. Muitas vezes, sai da audiência de custódia com prisão domiciliar. Isso precisa mudar. Lugar de criminoso é na cadeia, e quem deve estar solto é o cidadão de bem”, afirmou.
Maurício Ribeiro destacou que as facções criminosas se tornaram uma nova realidade no Brasil e que o Estado precisa reagir com leis mais severas. “As facções disputam território, impõem medo e cometem crimes de toda natureza. Já passou da hora do Brasil rever suas leis e tratar essas organizações como terroristas, porque é isso que são: espalham medo e desafiam o Estado”, reforçou.
Durante a entrevista, o secretário também mencionou o avanço das operações Impacto e Captura, que vêm sendo realizadas há cerca de 60 dias em todo o Maranhão. As ações já resultaram na prisão de mais de 2 mil criminosos. “Essas pessoas estavam nas ruas cometendo crimes e agora estão presas. A polícia está nas ruas 24 horas por dia, protegendo a população e combatendo o crime organizado”, declarou.
Martins ressaltou que a disseminação de fake news nas redes sociais tem contribuído para gerar medo na população, mas garantiu que a segurança está reforçada. “Temos facções, sim, mas também temos uma polícia forte, preparada e em ação. Não vamos permitir que o pânico se espalhe por causa de informações falsas”, disse.
Ao encerrar a entrevista, Maurício Ribeiro voltou a defender mudanças urgentes na legislação penal. “O Brasil precisa de leis firmes para enfrentar facções e crimes violentos. Sem isso, o Estado continuará refém dessas quadrilhas. É hora de reagir com seriedade e coragem”, concluiu.