A cidade maranhense está sendo castigados por fortes chuvas, o que tem provocado grandes volumes de água em pouco tempo, causando a possibilidade de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra.
A cidade maranhense está sendo castigados por fortes chuvas, o que tem provocado grandes volumes de água em pouco tempo, causando a possibilidade de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra.
O município de São Pedro da Água Branca teve a situação de emergência reconhecida pelo Governo Federal nesta quarta-feira (25). O reconhecimento foi confirmado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Defesa Civil Nacional, através de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
A cidade maranhense está sendo castigados por fortes chuvas, o que tem provocado grandes volumes de água em pouco tempo, causando a possibilidade de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra.
Agora, o município já pode solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Ao todo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu a situação de emergência de 14 cidades afetadas por desastres em oito estados brasileiros.
Além do Maranhão, municípios dos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Piauí e Rio Grande do Norte, foram incluídos no reconhecimento.
Dez municípios foram castigados por fortes chuvas. São eles: Barreirinha, no Amazonas; Serra do Ramalho, Ubaíra e Wenceslau Guimarães, na Bahia; São Pedro da Água Branca, no Maranhão; Pai Pedro, Brasília de Minas e Sabará, em Minas Gerais, e Marituba e Itupiranga, no Pará.
Já as cidades de Carauari, no Amazonas, e Simões, no Piauí, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de inundações e enxurradas, respectivamente.
Por outro lado, o município de Jaramataia, em Alagoas, passa por estiagem, enquanto Lajes Pintadas, no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.