Com o reajuste, o valor diário do mínimo será de R$ 54,04, e o valor por hora, de R$ 7,37
Com o reajuste, o valor diário do mínimo será de R$ 54,04, e o valor por hora, de R$ 7,37
O salário mínimo passará a ser de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O valor foi oficializado por decreto publicado no Diário Oficial da União e representa um reajuste de 6,79% sobre o piso atual, que é de R$ 1.518.
📲 Clique e participe do canal do Difusora News no Whatsapp!
O novo valor vai impactar diretamente trabalhadores com carteira assinada, além de aposentados e pensionistas do INSS e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e de outros programas sociais atrelados ao piso nacional.
Embora o salário mínimo entre em vigor em janeiro, o pagamento com o novo valor começa em fevereiro. Com o reajuste, o valor diário do mínimo será de R$ 54,04, e o valor por hora, de R$ 7,37.
O cálculo do novo salário mínimo segue a retomada da política de valorização usada entre 2007 e 2019. A regra considera a inflação do ano anterior, medida pelo INPC, somada ao crescimento do PIB de dois anos antes. Essa política havia sido interrompida nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro, quando o reajuste era limitado à inflação.
Para 2026, os índices considerados foram o INPC acumulado até novembro de 2025, de 4,18%, e o crescimento do PIB de 2024, de 3,4%. Pela fórmula, o salário mínimo poderia chegar a cerca de R$ 1.636. No entanto, o valor final ficou em R$ 1.621 porque uma lei aprovada em dezembro de 2024 limitou o ganho real a 2,5% acima da inflação, em conformidade com o arcabouço fiscal.
Além de servir como referência para salários, o mínimo é base de cálculo para aposentadorias e pensões do INSS, benefícios do BPC e programas sociais vinculados ao piso nacional.