Procedimento é obrigatório e fundamental para garantir que o Maranhão
Procedimento é obrigatório e fundamental para garantir que o Maranhão
A presidente da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED), Jucielly Oliveira, concedeu entrevista ao programa Tá na Hora Maranhão, da TV Difusora, para reforçar a importância da 2ª Etapa da Campanha de Atualização Cadastral de Rebanhos, que segue até o dia 15 de dezembro de 2025, sem prorrogação.
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De acordo com a presidente, o procedimento é obrigatório e fundamental para garantir que o Maranhão continue livre da febre aftosa, fortalecendo a credibilidade da pecuária maranhense.
“Contamos com a contribuição de todos para que possamos manter o status sanitário e acompanhar o crescimento do rebanho. A atualização é imprescindível e precisa ser feita todos os anos”, destacou Jucielly Oliveira.
A presidente explicou que, desde que o Maranhão suspendeu a vacinação contra a febre aftosa, o controle sanitário passou a ser feito por monitoramento e vigilância epidemiológica.
“Substituímos a vacina por visitas técnicas e acompanhamento das propriedades. Essas campanhas garantem o controle, a credibilidade e a segurança do nosso rebanho”, completou.
Consequências para quem não atualizar o cadastro
Os produtores que não realizarem a atualização cadastral podem ter a propriedade bloqueada e impedida de emitir documentos sanitários, como a Guia de Trânsito Animal (GTA).
Além disso, podem ser aplicadas medidas administrativas e autos de infração.
“Nosso objetivo não é punir, mas reforçar o compromisso do produtor com a defesa agropecuária”, ressaltou a presidente da AGED.
Como realizar a atualização
A atualização pode ser feita de duas formas:
• Presencialmente, nos escritórios da AGED onde a propriedade está cadastrada;
• Online, pelo Sistema de Gestão Agropecuária do Maranhão (CIGAMA), de forma rápida e segura.
Segundo Jucielly, o sistema foi criado para dar mais comodidade ao produtor rural, evitando filas e facilitando o processo.
“O governo do Estado tem investido em tecnologia e estrutura para garantir que o produtor tenha acesso e participe ativamente da manutenção do status sanitário do Maranhão”, concluiu.