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Polícia Civil prende em Goiás suspeito de feminicídio ocorrido em São Luís

Investigado de 24 anos foi localizado no município de Senador Canedo. Crime contra Max de Jesus (conhecida como Angélica) ocorreu em maio deste ano.

Foto: reprodução/PCMA

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), com o apoio da Polícia Civil de Goiás (PC-GO), prendeu nesta segunda-feira (21) um homem de 24 anos. Ele é o principal investigado pelo feminicídio de Max de Jesus dos Santos de Carvalho, conhecida como Angélica, que aconteceu em São Luís. A captura foi realizada em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia, com base em um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça maranhense.

O caso foi investigado pela Delegacia de Homicídios da Área Sul (DHS), unidade vinculada à Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP). Durante a apuração, a polícia reuniu elementos que comprovaram a autoria e as circunstâncias do crime. De acordo com as investigações, o assassinato foi motivado por menosprezo e discriminação em razão da identidade de gênero da vítima, o que caracteriza legalmente o crime como feminicídio.

O assassinato ocorreu no dia 10 de maio deste ano, no bairro Igaraú, situado na zona rural de São Luís. Após cometer o crime, o suspeito fugiu do Maranhão e passou a se esconder no estado de Goiás.

Com o avanço das investigações e a coleta de provas no inquérito policial, a autoridade responsável solicitou a prisão preventiva do suspeito. O pedido foi aceito pelo Plantão Judiciário Criminal da Comarca da Ilha de São Luís.

Após a localização do foragido em território goiano, a equipe da Polícia Civil de Goiás cumpriu o mandado de prisão. O homem foi encaminhado ao sistema prisional do estado e passou por audiência de custódia, onde a Justiça reconheceu a legalidade da prisão. Ele permanece detido e à disposição do Poder Judiciário do Maranhão.

Assim que foi informada sobre o cumprimento da ordem judicial, a Polícia Civil maranhense comunicou o fato à Justiça e solicitou o recambiamento do preso para São Luís. Assim que a transferência for concluída, o investigado deverá ser formalmente interrogado pela autoridade policial responsável pelo caso.

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