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Polícia Civil prende seis membros de organização criminosa com atuação interestadual

A operação foi desencadeada nas ações da Operação Captura, em três bairros da capital.

A Polícia Civil do Maranhão no início da manhã desta terça-feira (7) realizou mais uma operação no combate ao crime organizado em três bairros da Grande Ilha de São Luís.

No âmbito da ‘Operação Captura’ foram cumpridos 15 mandados judiciais, sendo 4 de prisão domiciliar e 11 de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa com atuação interestadual. O trabalho de investigação apontou que o grupo era bem estruturado na capital com conexões em outros estados do Nordeste.

Os mandados foram cumpridos nos bairros São Francisco, Barreto, Planalto Pingão e Turu, em São Luís, onde o grupo mantinha núcleos ativos. Durante as buscas foram apreendidos 10 aparelhos celulares que ainda serão analisados.

Durante a operação, seis pessoas foram presas. Entre elas, 4 líderes da organização criminosa, que possuíam mandados de reclusão domiciliar, uma por ter um flagrante por tráfico de drogas e outra por crime ambiental.

Um dos acusados que residia no bairro Barreto, é filho de um dos investigado. Ele é suspeito de ser um dos criminosos mais perigosos do Maranhão.

A polícia desarticulou quatro suspeitos que eram alvos de mandados de prisão. Entre eles, dois homens e duas mulheres que apresentam alto grau de periculosidade com reincidência em diversos crimes.

Dois deles já cumpriam prisão domiciliar, enquanto um se encontra detido em uma unidade prisional. As duas mulheres são companheiras dos investigados.

A polícia conseguiu identificar que um dos alvos comandava ações criminosas da organização mesmo estando preso em uma unidade prisional.

E mesmo com a representação pela prisão preventiva dos quatro, não foram deferidas pela Vara Colegiada do Crime Organizado, sendo decretada prisões domiciliares.

As investigações seguem em curso para identificar outros envolvidos e desarticular o núcleo financeiro e operacional da facção.

Origem do Crime

A operação é resultado de investigações iniciadas a partir da análise de celulares que foram apreendidos em 2023, que revelaram provas da prática de tráfico de drogas e associação criminosa.

Todos os presos tem contra si uma extensa ficha criminal. O grupo realizava a distribuição de entorpecentes e a movimentação de valores ilícitos. A polícia conseguiu identificar transferências financeiras incompatíveis com a renda declarada dos alvos, indicando fortes indícios de lavagem de dinheiro.

A operação foi deflagrada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO). Além da Seap, também deram apoio na operação policiais da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), da Superintendência de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), da Força Estadual (Feisp), e dos batalhões de Operações Especiais (Bope) e de Choque (BPChoque), da Polícia Militar.

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