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Pacientes relatam demora em atendimento na UPA

Pacientes precisam lidar com superlotação e demora de 5 horas para ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento do Maiobão.

Dor no corpo e na cabeça, fraqueza e vômito foram alguns dos sintomas apresentados pelo jovem Gleidson Machado, de 17 anos, na tarde da última terça-feira (16). Diagnosticado com dengue, Gleidson precisou esperar 5 horas para ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento do Maiobão, na cidade de Paço do Lumiar.

Revoltada, a dona de casa Dorinilde Machado, de 42 anos, mãe de Gleidson, alegou ter sido negligenciado pelos profissionais da saúde. Segundo contou ao Difusora News, o filho, que chegou às três da tarde na unidade e só foi atendido às oito da noite, não foi o único ignorado.

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Um idoso estava desde o meio-dia aguardando atendimento, enquanto passava mal no meio da recepção, além de outros pacientes à espera de atendimento.

Quando a dona de casa buscava resposta dos profissionais de saúde, ouvia rispidamente que o único jeito era aguardar. “O que a recepcionista me falou é que tem gente aqui desde meio-dia, então meu filho e eu tínhamos era que esperar, em tom de deboche”, desabafou Dorinilde.

Nas imagens enviadas com exclusividade para o Difusora News, é possível observar que o local está muito cheio, com vários pacientes e acompanhantes em pé. Um dos funcionários chegou a pedir a cadeira do jovem Gildean, que estava passando mal, para entregá-la a outro enfermo.

“Teve um funcionário que pediu a cadeira do meu filho para ceder a outra pessoa, e eu respondi ‘tem que ter um pouco de respeito com as pessoas, ele está aqui porque está passando mal, ele não pode ficar em pé’”, afirmou a mãe do jovem.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informa que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Paço do Lumiar recebeu reforço com um terceiro médico clínico no plantão, além de abastecimento de medicamentos e insumos.

Segundo a pasta, todos os pacientes atendidos são submetidos à classificação de risco, na área de acolhimento e somente após esse procedimento são encaminhados para atendimento médico, conforme classificação.

Em casos mais críticos, estes são regulados para unidades de saúde com suporte adequado ao quadro clínico.

Veja, abaixo, o vídeo completo:

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