Capital maranhense registrou redução de 0,57% no custo da cesta básica entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, segundo levantamento do DIEESE e da Conab
-fevereiro 10, 2026
Capital maranhense registrou redução de 0,57% no custo da cesta básica entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, segundo levantamento do DIEESE e da Conab
O custo da cesta básica em São Luís apresentou queda de 0,57% entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo DIEESE em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em janeiro, o conjunto de alimentos essenciais passou a custar R$ 625,86, um dos menores valores entre as capitais pesquisadas.
A redução contribuiu para aliviar o orçamento das famílias da capital maranhense. Em janeiro de 2026, o trabalhador que recebe salário mínimo precisou comprometer 41,74% da renda líquida para adquirir a cesta básica. O tempo médio de trabalho necessário foi de 84 horas e 56 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o percentual comprometido caiu em relação a dezembro de 2025, quando representava 44,83% da renda.
Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, oito dos 12 produtos que compõem a cesta básica registraram redução nos preços médios. Os principais recuos foram observados no tomate (-6,76%), banana (-2,76%) e arroz agulhinha (-1,46%). Também tiveram queda a manteiga (-1,44%), farinha de mandioca (-0,95%), açúcar cristal (-0,54%), café em pó (-0,41%) e leite integral (-0,19%).
Por outro lado, quatro itens apresentaram aumento de preço: feijão carioca (3,47%), carne bovina de primeira (2,30%), óleo de soja (0,12%) e pão francês (0,05%).
No acumulado desde o início da série, em abril de 2025, dez dos 12 produtos da cesta básica apresentaram queda em São Luís. Os destaques foram o arroz agulhinha (-27,34%), o tomate (-27,09%) e o leite integral (-13,19%). Também registraram recuo o açúcar cristal (-9,20%), a farinha de mandioca (-8,38%), a banana (-6,82%), a manteiga (-6,70%), o óleo de soja (-1,60%), o café em pó (-1,31%) e o feijão carioca (-0,16%).
Apenas carne bovina de primeira (2,82%) e pão francês (0,27%) acumularam elevação no período.