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‘Me senti suja’, relata trapezista vítima de estupro durante assalto

A 21ª Delegacia Regional de Cururupu está ouvindo testemunhas e coletando informações para identificar e prender os suspeitos.

A trapezista violentada durante um assalto ao Eneide Circus, em Central do Maranhão, relatou os momentos de terror enfrentados por sua família, mantida refém pelos criminosos.

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Em uma rede social, a bailarina contou que cinco bandidos armados invadiram o circo e amarraram os integrantes da família, na noite de sexta-feira (22).

relatou a vítima.

Eles mandaram que eu me abaixasse e colocaram uma arma na minha cabeça. Meu marido conseguiu correr e fugir. Atiraram contra ele, mas, graças a Deus, não o atingiram”,

Em seguida, um dos assaltantes agrediu a trapezista e a arrastou pelos cabelos até o trailer onde sua filha, de apenas um ano, estava dormindo.

“Pedi para não fazerem nada com a minha família. O homem que estava comigo foi quem me atacou. Eu implorava para ele não machucar minha filha, que estava presente”, disse.

No trailer, o criminoso tentou disparar contra a cabeça da bailarina, mas errou o tiro. Logo depois, a estuprou na presença da criança.

desabafou.

Ele só mandou que eu virasse de costas e abaixasse a cabeça. Ele atirou, mas a bala não me acertou. Então, fez o que fez. Eu só sabia me jogar no chão e ficar lá. Me senti muito suja”,

Abalada, a trapezista falou sobre o impacto psicológico do crime e fez um apelo por justiça.

“Estou tentando ser forte pela minha família e por mim mesma. Mas não vou dizer que estou bem. Só quero justiça. Tento não desabar na frente de ninguém, mas isso me machuca profundamente.”

Investigações em curso

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) abriu um inquérito para apurar o caso. A 21ª Delegacia Regional de Cururupu está ouvindo testemunhas e reunindo informações para identificar e prender os responsáveis.

Em nota, a Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP) manifestou solidariedade à bailarina.

O órgão afirmou que está à disposição da vítima e de sua família, por meio do Centro Estadual de Apoio à Vítima (CEAV), para oferecer orientação para atendimento jurídico, psicológico e social.

Diante da gravidade do ocorrido, a coordenação do circo anunciou a suspensão das apresentações no município, incluindo espetáculos previstos para escolas públicas.

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