O barco Funelli está desaparecido ao sul de Ponta Negra, no litoral do Rio de Janeiro, desde a última quinta-feira (15). Os pescadores maranhenses são naturais do povoado Carnaubeiras, em Araioses, na região do Delta do Parnaíba.
-janeiro 26, 2026
O barco Funelli está desaparecido ao sul de Ponta Negra, no litoral do Rio de Janeiro, desde a última quinta-feira (15). Os pescadores maranhenses são naturais do povoado Carnaubeiras, em Araioses, na região do Delta do Parnaíba.
A Marinha do Brasil (MB) informou que prepara um navio para, a partir desta sexta-feira (23), realizar investigações no leito marinho nas proximidades da última posição conhecida do barco onde estavam cinco pescadores maranhenses. A medida tem como objetivo apurar a possibilidade de afundamento da embarcação e representa uma nova etapa da Operação de Busca e Salvamento (SAR), que segue em andamento.
O barco Funelli está desaparecido ao sul de Ponta Negra, no litoral do Rio de Janeiro, desde a última quinta-feira (15). Os pescadores maranhenses são naturais do povoado Carnaubeiras, em Araioses, na região do Delta do Parnaíba.
De acordo com a Marinha, as buscas continuam abrangendo uma extensa área marítima. Até o momento, apesar dos esforços empregados — que incluíram a verificação da última posição conhecida e da área estimada de deriva — não foram encontrados indícios da embarcação ou de seus tripulantes.
Com a preparação do novo navio para investigações subaquáticas, a Marinha busca avançar na apuração do caso, concentrando-se no fundo do mar próximo ao ponto onde a Funelli foi vista pela última vez. As operações contam com o emprego do Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Amazonas” e de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB).
Enquanto isso, familiares dos tripulantes cobram mais informações. Tatiana de Jesus, filha de Newton Jesus Silva, um dos mestres da embarcação desaparecida, relatou falta de comunicação com as famílias. Segundo ela, a Marinha teria informado, dias atrás, que investigava a possibilidade de colisão envolvendo outro navio, que estaria detido no Porto Açu, em Campos.
“No último dia 15 de janeiro, hoje dia 23 de janeiro, a Marinha dois dias atrás falou que já estava dentro do navio, que pode ter colidido com a embarcação Funelli, a embarcação do meu pai, e há dois dias que a Marinha não entra em contato com a gente”, disse.
A Marinha do Brasil não confirmou a informação sobre a investigação a respeito do barco que teria batido na embarcação dos pescadores.