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Maqueiros do Hospital Municipal Djalma Marques – Socorrão I denunciam jornada excessiva de trabalho e casos de assédio moral

Os maqueiros já tentaram negociar com a diretoria do hospital municipal, no entanto começaram a sofrer assédio moral.

Trabalhadores que realizam a função de maqueiros no Hospital Socorrão I – Clementino Moura, denunciam uma série de irregularidades com a categoria que estão ocorrendo dentro da unidade hospitalar.

Os maqueiros que não querem ser identificados por medo de represarias estão cansados com a situação à qual vem sofrendo no ambiente de trabalho: como desvio de função e assédio moral.

Segundo a categoria, eles estão sendo remanejados constantemente para outros ambientes de trabalho que não fazem parte da escala. Segundo relatos, quando falta algum funcionário, além do trabalho que já executam precisam assumir o trabalho do colega ausente sem receber nenhuma remuneração pela execução de duas funções.

No caso, ao assumir duas funções eles deveriam receber as horas extras pelo trabalho prestado. A categoria alega que mesmo trabalhando dobrado e assumindo duas funções eles não recebem as horas extras.

Diante da situação desumana e com uma carga de trabalho redobrada a qual estão sendo submetidos, a categoria realizou uma reunião com a Diretora-Geral do Socorrão I, Ilmara Arruda Pinto.

A categoria disse que após a reunião a situação ficou ainda mais insustentável. As reclamações não forma acolhidas e ainda passaram a sofrer assédio moral. “A diretora da unidade informou que nem o salário dela não seria reajustado, quanto mais o dos maqueiros”, teria falado na reunião aos trabalhadores.

Nesta reunião eles também foram coagidos com ameaças de demissão em massa. “Fomos alertados de que, caso houvesse faltas ou paralisações dos trabalhadores, os maqueiros seriam devolvidos à Secretaria de Saúde como se fôssemos peças descartáveis”, esclarecem.

Após a reunião a categoria teve que silenciar mediante as coações. Agora os trabalhadores estão tenatando denunciar o caso em busca de apoio para condições mais dignas de trabalho, e que possam ser valorizados e reconhecidos.

O caso também já teria sido levado a Secretária Municipal de Saúde, Carolina Mitri, mas nenhuma providência foi tomada.

Além da carga horária, os maqueiros também alegam que muitas ambulâncias do hospital estão sem infraestrutura adequada. “A maioria está sem ar-condicionado, sucateadas, e muitas das vezes transporta mais de cinco pacientes”, disse um dos trabalhadores.

O Portal Difusora News solicitou informações da Secretaria Municipal de Saúde sobre as denúnicas, mas até a publicação desta matéria nçao obteve respotas.

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