As investigações conduzidas pela SEIC apontam que a organização criminosa era liderada por uma influenciadora digital com atuação em São Luís, que utilizava as redes sociais para promover o jogo de azar conhecido como “Tigrinho”.
As investigações conduzidas pela SEIC apontam que a organização criminosa era liderada por uma influenciadora digital com atuação em São Luís, que utilizava as redes sociais para promover o jogo de azar conhecido como “Tigrinho”.
O irmão de uma influenciadora digital investigada por liderar uma organização criminosa foi preso, na tarde desta segunda-feira (2), em São Luís, durante uma ação da Polícia Civil do Maranhão (PC-MA). Ele é suspeito de integrar o grupo criminoso envolvido na exploração de jogos de azar e na lavagem de dinheiro oriundo dessas atividades ilícitas.
De acordo com a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), o mandado de prisão preventiva foi expedido após o investigado descumprir uma medida cautelar que o proibia de acessar e utilizar redes sociais. Mesmo intimado e ciente da decisão judicial, o homem continuou realizando publicações sobre sua rotina pessoal, desrespeitando a determinação da Justiça.
Após o cumprimento do mandado, o investigado foi apresentado na sede da SEIC, onde foram adotadas as providências legais cabíveis. Em seguida, ele foi encaminhado para uma unidade prisional da capital maranhense, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.
As investigações conduzidas pela SEIC apontam que a organização criminosa era liderada por uma influenciadora digital com atuação em São Luís, que utilizava as redes sociais para promover o jogo de azar conhecido como “Tigrinho”. O esquema consistia em atrair vítimas por meio de promessas enganosas de ganhos rápidos e elevados.
Os seguidores eram incentivados a realizar cadastros e efetuar depósitos em plataformas de caça-níqueis virtuais, administradas por indivíduos que contratavam influenciadores digitais para ampliar o alcance da divulgação e conferir aparência de credibilidade ao esquema.
Segundo a Polícia Civil, o grupo criminoso era estruturado e contava com influenciadores responsáveis pela promoção dos jogos, uma gerente encarregada de coordenar um grupo de WhatsApp voltado à captação de jogadores e vítimas em nome da líder da organização, indivíduos responsáveis pela lavagem do dinheiro obtido de forma ilícita e um grupo armado que atuava fornecendo proteção ao esquema.