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Influenza: casos crescem no MA, aponta boletim da Fiocruz

Último boletim alerta para crescimento dos casos de SRAG.

A nova edição do Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgou o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Os dados divulgados na última quinta-feira (26) foram sobre as hospitalizações por influenza A, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR), no período de 15 a 21 de março.

O Maranhão está entre os 22 estados com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas), sendo eles: Rio de Janeiro, Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Sergipe, Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo.

O estudo destaca que o rinovírus tem impulsionado o aumento dos casos de SRAG em grande parte desses estados, especialmente entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos.

A análise mostra que todas as unidades da Federação (UF) apresentam sinal de crescimento do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica 11, período de 15 a 21 de março.

Capitais

Quanto aos casos de SRAG associados ao vírus influenza A, a atualização mostra indícios de aumento na maioria dos estados do Nordeste (Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Bahia) e em alguns do Norte (Amapá, Rondônia) e Sudeste (Rio de Janeiro, Espírito Santo) e no Mato Grosso.

Em relação ao VSR, o vírus segue contribuindo para o crescimento de SRAG em crianças menores de 2 anos no Norte (Acre, Amazonas, Pará, Roraima e Rondônia), Nordeste (Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe), além do Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal). Por outro lado, o metapneumovírus tem impulsionado o aumento de SRAG em crianças pequenas no Distrito Federal e em Minas Gerais.

Observa-se que 22 das 27 capitais apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas) com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) até a Semana 11: Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), Teresina (PI) e Vitória (ES).

A pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, chama atenção que é essencial que as pessoas de maior risco, como idosos, imunocomprometidos e crianças, tomem a vacina da influenza assim que ela chegar aos postos de saúde, para frear o crescimento acelerado das hospitalizações pelo vírus em diversos estados do país. Para quem mora em regiões com alta de SRAG, Portella também recomenda o uso de máscara em locais fechados e com maior aglomeração de pessoas, especialmente para os grupos de risco. “Além disso, em caso de sintomas de gripe ou resfriado, o ideal é fazer isolamento dentro de casa, mas se não for possível, recomendamos sair usando uma boa máscara, como PFF2 ou N95, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas”, recomenda.

Com informações da FioCruz

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