O crime aconteceu em 2019 e foi motivado por um engano após uma confusão em uma boate.
O crime aconteceu em 2019 e foi motivado por um engano após uma confusão em uma boate.
O Tribunal do Júri de Imperatriz condenou, nesta quinta-feira (5), Weder Pitter da Silva Oliveira a 24 anos e seis meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato de Roger Amorim de Sousa. O crime aconteceu em 2019 e foi motivado por um engano após uma confusão em uma boate.
De acordo com as investigações, Weder estava na boate “Bodega” quando se envolveu em uma discussão com dois homens. Após o desentendimento, ele saiu do local, fez uma ligação e ameaçou os envolvidos.
Minutos depois, um amigo do acusado chegou ao local e entregou a ele um revólver. Em seguida, Weder pegou a motocicleta da companheira e saiu à procura das pessoas com quem havia discutido.
Durante o trajeto, ele encontrou Roger Amorim de Sousa, que estava indo para casa com um amigo. Mesmo sem ter participação na briga, Roger foi abordado, obrigado a deitar no chão e acabou atingido por vários tiros.
Após o crime, Weder fugiu da cidade e foi preso algum tempo depois em Aparecida de Goiânia, em Goiás. O julgamento foi presidido pelo juiz Bruno Nayro de Andrade.