A paralisação iniciou nesta segunda-feira (30) por todo o país e segue ainda em negociação entre a categoria e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
A paralisação iniciou nesta segunda-feira (30) por todo o país e segue ainda em negociação entre a categoria e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Servidores do Hospital Universitário Presidente Dutra de São Luís entraram em greve, nesta terça-feira (31), após reivindicações no reajuste salarial e melhores benefícios para médicos, enfermeiros e outros profissionais, incluindo o setor administrativo. A paralisação é nacional.
A manifestação pelos direitos trabalhistas da categoria iniciou nesta segunda-feira (30) após a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), atual HU Brasil, apresentar uma proposta no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de 2026 a 2027.
A proposta foi insuficiente para os profissionais da saúde que pedem melhoria não só no salário, como também no auxílio-alimentação e nas cláusulas sociais dos contratos de trabalho.
Com a paralisação, apenas os serviços essenciais e atendimentos de urgência estão funcionando.
O movimento grevista acontece em frente ao Hospital Universitário, onde os servidores pedem por uma negociação favorável a categoria.
Segundo Raimundo Pereira, vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado do Maranhão (Sindsep-MA), o atual salário não está suprindo as necessidades da categoria e nem sendo proporcional a carga horária dos trabalhadores.
“Eles estão privando o acordo coletivo com valores mínimos. A gente tem um impacto muito grande no nosso financeiro”, expressou a técnica de enfermagem Fabiana de Freitas.
Reuniões foram realizadas, mas até o momento não se tem uma previsão para o fim da greve. A HU Brasil respondeu que vai continuar fazendo gestões nas demais esferas de governo e se comprometeu a trazer uma nova proposta ainda esta tarda, às 17h
Em nota, a HU Brasil informou que vem tomando soluções mediadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) desde a última terça-feira (24).
“Destaca-se que o último ACT (2024/2026), ainda vigente, firmado com as entidades sindicais, contemplou avanços relevantes tanto do ponto de vista econômico quanto social, reafirmando o compromisso com o diálogo permanente e com a valorização dos trabalhadores”.