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Governo amplia atendimento para fibromialgia no SUS

A doença também passou a ser reconhecida como deficiência por lei sancionada.

A fibromialgia atinge entre 2,5% e 5% dos brasileiros. Neste mês, o Governo Federal anunciou novas medidas para ampliar o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A doença também passou a ser reconhecida como deficiência por lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo o reumatologista José Eduardo Martinez, da Sociedade Brasileira de Reumatologia, a fibromialgia provoca dor em todo o corpo, além de cansaço, problemas no sono, ansiedade e dificuldade de concentração. A maioria dos casos ocorre em mulheres entre 30 e 50 anos.

O diagnóstico é feito com base nos sintomas relatados pelo paciente e na avaliação médica, já que não existem exames específicos para confirmar a doença. A recomendação é procurar um reumatologista ou uma unidade básica de saúde.

O novo plano do Ministério da Saúde prevê capacitação de profissionais e tratamento com equipe multiprofissional, incluindo fisioterapia e apoio psicológico. A legislação também garante acesso a benefícios sociais e previdenciários, conforme avaliação médica.

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