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Funcionários dos Correios no Maranhão fazem greve na véspera da Black Friday

De acordo com a Findect, a greve também é uma cobrança pela realização do concurso público, pela melhoria nos planos de saúde e por condições de trabalho dignas.

O sindicato dos Correios do Maranhão anunciou nesta quarta-feira (22), a decisão de paralisação por tempo indeterminado a partir de 23 de novembro, véspera da Black Friday. Também participam da mobilização os estados do Rio de Janeiro, Tocantins e as cidades de São Paulo e Bauru (SP), representados pela federação Findect.

A greve foi decidida em resposta ao que a federação chamou de “recusa dos Correios em resolver questões relacionadas à assinatura de acordo coletivo”. Segundo a Findect, a paralisação envolve “40% do efetivo nacional da empresa e 60% do fluxo postal do país”. Atualmente há 36 sindicatos de trabalhadores dos Correios no Brasil.

“Um ponto crucial é a não incorporação de 250 reais ao salário base, uma afronta direta aos trabalhadores que contradiz o que foi negociado na mesa de negociação coletiva”, relatou a entidade em comunicado à imprensa.

“Nos últimos 50 dias, a Federação buscou incansavelmente o diálogo com a direção da empresa para corrigir as 26 inconsistências identificadas antes da assinatura do acordo coletivo.” Outro ponto acrescentado pela Findect foi que ainda não houve a realização de um concurso público pelos Correios. Até o momento, a empresa não comentou o assunto.

A entidade também afirma que a iminente tributação sobre uma bonificação combinada em janeiro entre empresa e sindicatos, de 1.500 reais, “representa um sério risco de redução substancial desses valores, agravando os prejuízos para os trabalhadores”.

Por meio de nota os Correios informou que estão operando normalmente em todo o País, com 100% dos empregados presentes, todas as agências abertas e todos os serviços disponíveis. Cinco dos 36 sindicatos dos Correios estão realizando assembleias, nos próximos dias, para decidir se haverá ou não paralisação parcial.

A empresa ressalta que preparou uma série de medidas para garantir a normalidade dos serviços caso as assembleias desses cinco sindicatos aprovem paralisação parcial e pontual, entre elas: contratação de mão de obra terceirizada, realização de horas extras, deslocamento de empregados entre as unidades e apoio de pessoal administrativo.

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