O tema do evento é “A luta dos povos de matriz africana e das comunidades de terreiro contra a intolerância e o racismo religiosos”
-fevereiro 24, 2026
O tema do evento é “A luta dos povos de matriz africana e das comunidades de terreiro contra a intolerância e o racismo religiosos”
Promover o respeito e valorizar a diversidade das religiões de matrizes africanas são os principais objetivos da 3ª edição do Festival Cultural Iemanjá, Rainha do Mar. O evento será realizado no sábado, dia 28 de fevereiro, das 14h às 20h, na Praça do Sol, na Ponta D’Areia, em São Luís.
O festival é promovido pelo Governo do Maranhão, sob coordenação da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop). A iniciativa conta com a parceria de diversas secretarias estaduais, entre elas a Secretaria de Igualdade Racial (Seir), Secretaria de Governo (Segov), Secretaria de Saúde (SES), Secretaria de Cultura (Secma), Secretaria de Segurança Pública (SSP), Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) e Secretaria do Trabalho e Economia Solidária (Setres). O evento também tem apoio do Procon/MA e da Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE-MA).
Organizações representativas dos povos de terreiro também participam da realização. Entre elas estão o Movimento dos Povos de Terreiros do Maranhão, o Fórum Estadual das Mulheres de Axé, o Fórum Estadual de Homens de Axé, o Fórum Estadual de Religiões de Matriz Africana do Maranhão (Ferma), a Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde (Renafro/MA) e a Federação de Umbanda e Culto Afro-brasileiro do Maranhão (Fucab/MA).
O festival se consolida como um dos principais espaços de valorização da ancestralidade africana no estado. A proposta é reunir cultura, religiosidade, cidadania e mobilização social no enfrentamento ao racismo religioso e na defesa da liberdade de crença.
Neste ano, o tema do evento é “A luta dos povos de matriz africana e das comunidades de terreiro contra a intolerância e o racismo religiosos”.
A programação inclui ritual em homenagem a Iemanjá, além de apresentações culturais, música e dança. Também haverá uma feira criativa com afroempreendedores dos segmentos de alimentação e artesanato. A iniciativa fortalece a economia solidária e o protagonismo das comunidades tradicionais.
O público terá acesso a serviços como emissão de documentação básica, orientação jurídica e atendimentos de saúde. A proposta é ampliar o acesso a direitos e políticas públicas.