SSP-MA informou que reforçou o policiamento na região Leste da Grande Ilha, especialmente na Cidade Operária
SSP-MA informou que reforçou o policiamento na região Leste da Grande Ilha, especialmente na Cidade Operária
Devido aos episódios de violência registrados na noite desta terça-feira (21), várias instituições de ensino públicas e particulares da região da Cidade Operária suspenderam as aulas ou encerraram o expediente mais cedo nesta quarta-feira (22).
Entre as unidades da rede privada, a Escola Renascer liberou os alunos mais cedo no turno matutino. A Faculdade Laboro também suspendeu as aulas desta quarta-feira. Já a Faculdade Uniasselvi, polo Cidade Operária, cancelou o atendimento e a realização de provas nos dias 22 e 23 de outubro.
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Na rede pública, o Centro Educacional e Social São José Operário (CESJO) e o Centro de Ensino Prof. João Pereira Martins Neto, ambos da rede estadual, além da Unidade de Educação Básica (UEB) Jairo Rodrigues, da rede municipal, suspenderam as aulas em todos os turnos.
Um diretor de uma das escolas, que preferiu não se identificar, relatou o clima de insegurança entre pais, alunos e professores.
“Os pais decidiram não mandar seus filhos por conta da insegurança que se encontra instalada no bairro. Ontem houve mortes de jovens, e todos ficaram assustados. A escola também decidiu preservar os alunos e os profissionais, por isso não tivemos atividades hoje”, afirmou.
Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) informou que reforçou o policiamento na região Leste da Grande Ilha, especialmente na Cidade Operária. Tropas do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), da Ronda Ostensiva Tática Móvel (Rotam) e do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) foram deslocadas para o local e permanecerão na área pelo tempo necessário.
A SSP acrescentou que a Polícia Civil também intensificou as investigações, com apoio da Inteligência, para identificar e prender os envolvidos nas ocorrências.
Além disso, as forças de segurança continuam com a Operação Impacto, coordenada pela Polícia Militar, e a Operação Captura, sob responsabilidade da Polícia Civil. Juntas, as ações já resultaram na prisão de mais de dois mil suspeitos e na apreensão de armas, drogas e outros materiais ilícitos.