Os empresários ficaram presos no Qatar após a escalada de conflitos no Oriente Médio que levou ao fechamento do espaço aéreo e do aeroporto local. Eles seguiam para a China, onde cumpririam compromissos de trabalho.
Os empresários ficaram presos no Qatar após a escalada de conflitos no Oriente Médio que levou ao fechamento do espaço aéreo e do aeroporto local. Eles seguiam para a China, onde cumpririam compromissos de trabalho.
O grupo de empresários brasileiros, entre eles três maranhenses — dois de São Luís e um de Imperatriz — completou nesta sexta-feira (6) sete dias retidos em Doha, capital do Qatar, após a escalada de conflitos no Oriente Médio que levou ao fechamento do espaço aéreo e do aeroporto local.
Os empresários ficaram presos no país depois de fazerem uma conexão na cidade enquanto seguiam viagem para a China, onde cumpririam compromissos de trabalho.
Ao portal Difusora News, a empresária maranhense Juliana Cestaro afirmou que, até o momento, o grupo não recebeu nenhum tipo de assistência por parte do governo brasileiro.
“Estamos no escuro aqui sem apoio nenhum, nenhuma notícia, nenhuma assistência”, relatou.
Juliana também contou que, na quinta-feira (5), os empresários acordaram com novos ataques aéreos na região. Já nesta sexta-feira (6), o grupo voltou a receber alertas sobre novas interceptações, o que aumentou ainda mais a tensão entre os brasileiros.
Enquanto aguardam uma solução para deixar o país, os empresários informaram que o governo do Qatar tem prestado apoio logístico. Segundo eles, a orientação repassada pelas autoridades locais foi para que permaneçam no hotel até que a situação seja normalizada.
Apesar das garantias de segurança dadas pelo governo local, o clima entre os brasileiros ainda é de apreensão.
O Difusora News informou que entrou em contato com o Itamaraty para saber quais medidas estão sendo tomadas pelo governo brasileiro em relação ao grupo de empresários retidos no país. Até a publicação desta matéria, o órgão não havia respondido à solicitação.