Ariene Rodrigues estava em um procedimento estético em hospital particular de São Luís, quando teve complicações e foi a óbito.
-janeiro 28, 2026
Ariene Rodrigues estava em um procedimento estético em hospital particular de São Luís, quando teve complicações e foi a óbito.
A empresária Ariene Rodrigues, de 37 anos, moradora da cidade de Pinheiro, foi a óbito na tarde desta terça-feira (20), em um hospital particular após a realização de um procedimento estético, em São Luís.
O procedimento foi uma lipoaspiração e após a cirurgia ocorreu uma intercorrência que pode ter causado a sua morte.
Ariene era muito conhecida na cidade, era proprietária de uma empresa de marca de chocolates e também foi cantora em uma a banda local a alguns anos.
A Polícia Civil do Maranhão instaurou um procedimento para investigar o caso, que está sendo investigado pelo 13º Distrito Policial do Cohatrac.
O Boletim de Ocorrência, informa que após o procedimento cirúrgico, a empresária sofreu uma parada cardiorrespiratória, às 18 horas da tarde. O boletim atesta ainda que houve a tentativa de reanimação por 90 minutos, que todas as medidas foram tomadas, no entanto, a empresária foi a óbito às 20 horas da noite.

A advogada da empresária, Vivian Bauer, divulgou um vídeo falando sobre o caso. Segundo ela, a vítima entrou às 14h30, no Centro Cirúrgico. Que os advogados estão aguardando o inquérito policial, o laudo da autópsia do Instituto Médico Legal (IML), para dar prosseguimento ao devido processo legal, as devidas apurações. A advogada ainda cita no vídeo, que com os documentos vai conseguir apurar de forma técnica e jurídica se houve erro médico por meio de negligência, imprudência, imperícia ou se foi uma fatalidade.
A defesa do médico que realizou o procedimento médico por meio do advogado, Lnymark Kamaroff, se manifestou sobre o caso na quarta-feira (21).
Segundo a defesa, não há culpa por nexo de causalidade entre a fatalidade que acometida pela paciente e atuação do Dr. Alexandre, que sempre agiu diligentemente, seguindo os padrões preconizado pela boa técnica, mas que infelizmente a mesma foi vítima de uma embolia pulmonar maciça conforme consta do laudo de necrópsia que já é de conhecimento público.
Que a paciente que não tinha qualquer comorbidade ou contraindicação para a cirurgia planejada, todos os exames foram realizados e não apontavam qualquer impencílio ou contraindicação para o ato cirúrgico, bem como todas as etapas da cirurgia foram cuidadosamente planejadas e executadas, seguindo os mais rigorosos padrões de segurança e qualidade.

O hospital, a Policlínica Ibirapuera, também se manifestou no caso, por meio de nota.
Na nota, consta que a instituição dispõe de suporte pós-cirúrgico completo, com sala especialmente equipada e recursos técnicos destinados ao atendimento de eventuais intercorrências clínicas, assegurando acompanhamento contínuo e assistência integral aos pacientes.
No caso da paciente Ariene Rodrigues, ocorrido no dia (20), estavam presentes no centro cirúrgico médico cirurgião, anestesista e cardiologista, tendo sido adotadas todas as medidas médicas e hospitalares indicadas, de forma imediata, com o objetivo de estabilizar e restabelecer o quadro clínico apresentado.
Conforme laudo do Instituto Médico Legal (IML), a causa do óbito foi identificada como embolia maciça por coágulo sanguíneo, evento de evolução súbita e grave, apesar da assistência médica e hospitalar prestada.
A Policlínica Ibirapuera esclareceu, ainda, que possui todas as licenças e autorizações exigidas pelos órgãos competentes, funcionando em conformidade com as normas legais e regulatórias, oferecendo conforto, segurança e qualidade em sua infraestrutura hospitalar.

O Portal Difusora News solicitou nota ao Conselho Regional de Medicina do Maranhão-CRM/MA, sobre o caso da empresária Ariene Rodrigues, de 37 anos, mas ainda não obteve retorno a solicitação.