A taxa de desemprego registrada no período de janeiro a maio ficou em 5,6%, o menor para esse período do ano em toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), iniciada em 2012.
A taxa representa uma redução também em comparação ao trimestre móvel anterior, de dezembro a fevereiro, quando índice estavam 5,8%. No ano passado, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.
O levantamento aponta também que o país possuía 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável quando comparado ao trimestre encerrado em fevereiro, quando o Brasil tinha 6,2 milhões de pessoas que nem estudavam, e nem trabalhavam. Esse registro também representa uma diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões de pessoas desocupadas no país.
Já a população ocupada ficou em 102,7 milhões no trimestre encerrado em maio, 0,5% acima do período terminada em fevereiro, o que equivale a 558 mil pessoas a mais ocupadas nesse intervalo de tempo.
A taxa de informalidade (proporção de trabalhadores informais na população ocupada) foi de 37,3%, o que representa 38,3 milhões de trabalhadores. Na amostra do ano anterior, o indicador era de 37,8%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) considera como trabalho informal os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo terceiro salário.


