Depois de brincar por algum tempo em um parquinho próximo ao local onde foi deixado, o menino decidiu procurar ajuda. Ele teria atravessado uma vala e uma área de matagal, conseguindo chegar até a casa de uma tia, a quem pediu socorro.
Depois de brincar por algum tempo em um parquinho próximo ao local onde foi deixado, o menino decidiu procurar ajuda. Ele teria atravessado uma vala e uma área de matagal, conseguindo chegar até a casa de uma tia, a quem pediu socorro.
Uma criança de seis anos foi agredida e abandonada na rua pela mãe e padrasto, na tarde desta terça-feira (24), no bairro Planalto, na região do Cohab, em São Luís.
O Conselho Tutelar (CT) da região Cohab/Cohatrac informou que o caso ocorreu após uma discussão entre os dois adultos, durante a qual a criança foi atingida com socos e pontapés, resultando em lesões graves na cabeça, pescoço, braço e costas.
Após a agressão, mãe e padrasto teriam abandonado a criança no meio da rua, deixando-a com uma bolsa de roupas e uma cama box. Depois de brincar por algum tempo em um parquinho próximo ao local onde foi deixado, o menino decidiu procurar ajuda. Ele teria atravessado uma vala e uma área de matagal, conseguindo chegar até a casa de uma tia, a quem pediu socorro.
A familiar, então, acompanhou a criança até o local do abandono, onde constatou a situação e acionou o Conselho Tutelar da região. O conselheiro Rodrigo Santos, em conversa com o Portal Difusora News, destacou que a prioridade do órgão é garantir o bem-estar da criança. “O Conselho Tutelar levou a criança ao Hospital da Criança, onde ele passou por raio X, tomografia e outros exames”, informou.
Além dos cuidados médicos, o Conselho Tutelar também está tomando as medidas necessárias para garantir o acompanhamento psicológico da criança e sua vaga escolar, uma vez que ele ainda não estava matriculado.
O caso foi registrado no Plantão de Polícia do Cohatrac, e tanto a mãe quanto o padrasto estão foragidos. O Portal Difusora News solicitou nota à Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) sobre o caso, mas até a publicação desta matéria, o órgão não havia respondido a solicitação.