Ao todo, foram realizadas mais de 77 mil operações, número que representa um avanço de 14,8% em relação ao ano anterior.
Ao todo, foram realizadas mais de 77 mil operações, número que representa um avanço de 14,8% em relação ao ano anterior.
O Maranhão registrou crescimento expressivo nas contratações de crédito da agricultura familiar em 2025. Segundo dados do Banco do Nordeste (BNB), os produtores rurais do estado contrataram quase R$ 1,2 bilhão pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), volume 12% maior que o registrado em 2024.
Ao todo, foram realizadas mais de 77 mil operações, número que representa um avanço de 14,8% em relação ao ano anterior. A maior parte dos recursos foi liberada por meio do Agroamigo, programa de microcrédito rural orientado do Banco do Nordeste, responsável por cerca de 75 mil contratos e R$ 1,0 bilhão do total aplicado no estado.
De acordo com o superintendente do BNB no Maranhão, Isaque Nascimento, o resultado alcançado em 2025 é o maior dos 20 anos de atuação do programa no estado.
“Atendemos toda a família rural, com linhas específicas para mulheres e jovens. Trabalhamos junto a parceiros para identificar como a produção pode melhorar, agregar valor e se tornar mais sustentável. Isso tem atraído cada vez mais o produtor rural maranhense”, afirmou.
O desempenho do Maranhão acompanha o crescimento histórico do Pronaf em toda a área de atuação do Banco do Nordeste. Entre janeiro e dezembro de 2025, o BNB desembolsou R$ 10,7 bilhões para mais de 766 mil agricultores familiares, um aumento de 12,4% no volume contratado e de 8,8% no número de beneficiados em comparação com 2024.
Somente o Agroamigo respondeu por R$ 9,5 bilhões, distribuídos em aproximadamente 750 mil operações, consolidando o programa como principal ferramenta de microcrédito rural da região.
Para o presidente do Banco do Nordeste, Wanger de Alencar, os financiamentos têm papel estratégico no desenvolvimento social e econômico do país.
“A agricultura familiar responde por cerca de 70% da produção de alimentos no Brasil. O crédito médio de R$ 14 mil faz diferença direta na produtividade, na agregação de valor e na chegada dos alimentos à mesa das famílias”, destacou.