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Caso de empresário desaparecido: PC de Imperatriz segue investigações e aguarda laudos periciais

Investigação aponta indícios de violência em imóvel onde Laércio Müller foi visto pela última vez, mas polícia ainda não confirma homicídio

Fonte: Divulgação

A Polícia Civil do Maranhão segue investigando o desaparecimento do empresário Laércio Müller, de 32 anos, que está desaparecido desde a madrugada da última sexta-feira (5), em Imperatriz. Uma semana após o sumiço, o caso ainda está em investigação para ser esclarecido e a polícia aguarda o resultado de exames periciais que podem ajudar a determinar o que aconteceu com o empresário.

Laércio foi visto pela última vez quando se dirigia a uma festa que acontecia em uma residência no bairro Parque Anhanguera. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que ele estaciona um veículo que conduzia em uma rua próxima ao imóvel e segue a pé em direção à casa. Depois disso, ele não foi mais visto.

Pessoas que estavam na residência na noite do desaparecimento já prestaram depoimento à Polícia Civil. Enquanto isso, equipes da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) continuam realizando diligências e analisando informações para reconstruir os últimos passos do empresário.

De acordo com o delegado Rodrigo Pellegrine, da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Imperatriz, responsável pela investigação, a polícia trabalha com algumas linhas de investigação e aguarda os resultados dos laudos periciais para obter respostas mais precisas sobre o caso.

“O principal foco é localizar o desaparecido. Seguindo as investigações temos algumas linhas e aguardamos os laudos periciais para continuarmos com a investigação. E também sobre alguns suspeitos de terem feito alguma coisa com o desaparecido”, contou.

Segundo o delegado, vestígios encontrados no imóvel levantaram a suspeita de que algum episódio de violência possa ter ocorrido no local. Apesar disso, a Polícia Civil afirma que ainda não há elementos suficientes para confirmar que Laércio tenha sido vítima de homicídio.

“O homicídio só fica caracterizado quando a gente encontra o corpo, se a gente não encontrou o corpo, a gente não pode ter certeza de homicídio”, afirmou Pellegrini.

Além dos exames, a Polícia Civil expediu mandados de busca e apreensão para três suspeitos que estavam em sigilo judicial.

Em nota, o Tribunal de Justiça do Maranhão informou que o caso está sob segredo de justiça e, por isso, não pode fornecer informações sobre os pedidos formulados pela Polícia Civil nem sobre eventuais decisões judiciais relacionadas à investigação.

Uma semana após o desaparecimento, familiares e amigos continuam mobilizados em busca de informações que possam ajudar a localizar Laércio Müller e esclarecer as circunstâncias do caso.

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