Família vive momentos de angústia: aguarda há um mês resultado de exame de DNA para liberação do corpo do jovem e realização do sepultamento.
Família vive momentos de angústia: aguarda há um mês resultado de exame de DNA para liberação do corpo do jovem e realização do sepultamento.
Um mês após a morte de Ariel Sousa, de 21 anos, a família do jovem ainda enfrenta a espera pelo resultado do exame de DNA que deve confirmar oficialmente a identidade do corpo encontrado no dia 29 de janeiro, em uma área de mata no município de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.
A demora na conclusão do laudo pericial tem prolongado o sofrimento dos familiares, que aguardam a liberação do corpo para realizar o velório e o sepultamento. “Já fez um mês e o corpo dele continua no IML. Falaram no mesmo dia que a gente ia reconhecer o corpo. A gente achou que o corpo ia ser congelado, mas não foi. Tem um mês que ele está lá, no chão, dentro de um saco”, relatou Dona Neca, mãe da vítima.
Ariel desapareceu na madrugada do dia 25 de janeiro, após sair de casa com amigos em direção à Avenida Litorânea. De acordo com informações repassadas à família, ele teria se envolvido em uma briga e não foi mais visto. Dias depois, a polícia encontrou um corpo em avançado estado de decomposição em um terreno abandonado em Paço do Lumiar. A família reconheceu características que indicariam ser do jovem e acreditou que poderia finalmente se despedir de Ariel.
No entanto, a liberação do corpo não ocorreu. O Instituto Médico Legal (IML) informou que seriam necessários exames complementares para confirmação da identidade. Desde então, o corpo permanece sob custódia do órgão.
Segundo Dona Neca, a família chegou a organizar o velório após a localização do corpo. “Já estava tudo preparado. Quando a gente chegou do IML, todo mundo estava esperando para o velório. Até agora nada. O corpo continua lá, não saiu resultado de nenhum exame”, disse.
Em nota, a Perícia Oficial do Maranhão, por meio da direção do Instituto de Genética Forense (IGF), informou que o caso foi tratado como prioridade e que a conclusão depende de análises técnicas que, em alguns casos, exigem confirmações complementares. Segundo o órgão, o resultado pode ser finalizado ainda esta semana.
Enquanto aguarda o laudo oficial, a família afirma que vive um período de incerteza e cobra agilidade na conclusão dos exames para que possa, enfim, realizar a despedida.