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Bombeiros que atuaram no Rio Grande do Sul relatam experiências da missão

Os militares que estiveram no estado gaúcho, acompanharam a situação de pessoas que viram suas casas e meios de subsistência serem devastados pelas águas.

No retorno ao Maranhão, os militares que integraram a equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) que participou da missão humanitária no Rio Grande do Sul, trouxeram muitas histórias de pessoas que perderam tudo e estão buscando recomeço, e o sentimento de dever cumprido na certeza de que a união pode superar as adversidades. O grupo de 30 militares esteve no estado gaúcho por mais de 15 dias.

Os bombeiros acompanharam a situação de pessoas que viram suas casas e meios de subsistência serem devastados pelas águas. Um trabalho que demandou muita estratégia e controle emocional. O coronel CBMMA Wellington Lima, que comandou a equipe maranhense no estado gaúcho, compartilhou algumas das experiências vividas durante a operação de auxílio no sul do país.

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“Foi uma missão complexa na qual, além de resgatar pessoas das áreas alagadas, também tivemos que distribuir alimentos, água potável e prestar assistência médica emergencial. E toda vida importa. Foram realizados salvamentos também de animais, em sua maioria, de estimação. Um desafio que nossa experiente e aguerrida equipe cumpriu com todo os seus esforços”, reforçou.

As condições adversas, incluindo estradas interrompidas e comunidades isoladas, tornaram o trabalho dos bombeiros ainda mais desafiador. No entanto, a determinação e o espírito de equipe prevaleceram. “Mesmo diante das dificuldades, nunca perdemos a esperança. Cada vida salva, cada família que conseguimos ajudar, era uma vitória para nós”, destacou a sargento CBMMA Luana Mustafé.

Para o aspirante a oficial CBMMA Levi Di Cássio Cunha, a missão representou mais que uma oportunidade de servir. “Foi minha primeira experiência participando de uma missão deste nível, fora do estado, e eu não poderia estar mais grato por ter feito parte dessa equipe extraordinária. Aprendi tanto em tão pouco tempo e estou mais preparado para futuras operações de resgate. Desejo que a população gaúcha se recupere o quanto antes e estarei aqui, à disposição e pronto a prestar apoio, se preciso for”, enfatizou o militar.

A 1ª tenente CBMMA Sara Raquel Alves, que atuou com um dos cães farejadores, destacou a relevância da missão. “Ver o impacto que nossos esforços tiveram na vida daquelas pessoas foi gratificante. Tivemos todo o suporte para realizar um bom trabalho e o apoio da equipe de cães farejadores foi um diferencial. Somos gratos pela recepção que tivemos das pessoas, em meio a todos os problemas que enfrentaram e esperamos que possam retomar suas vidas o quanto antes”, ressaltou.

Para o tenente CBMMA Reinaldo Belfort, que participou ativamente das operações de resgate, a solidariedade e o apoio da comunidade foram aspectos essenciais para manter a equipe motivada. “Recebemos muito mais do que oferecemos. O carinho e a gratidão das pessoas que ajudamos foram verdadeiramente emocionantes”, afirmou.

“Foi nesse cenário desolador que eles entraram em ação, contribuindo para atenuar o sofrimento e levando um pouco de esperança. E eles foram corajosos e compromissados com essa ajuda, cumprindo seu dever de salvar vidas”, destacou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), coronel Célio Roberto.

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