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Atenção foliões: Fiocruz reforça recomendações de saúde durante o Carnaval

Boletim InfoGripe alerta para cuidados preventivos na capital maranhense, como evitar sair com sintomas gripais, usar máscara e manter a vacinação atualizada durante as festas.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fez um alerta para os cuidados que deve ser adotados durante o período carnavalesco. A recomendação faz parte da nova edição do Boletim Infogripe, divulgada na última quinta-feira (5).

O levantamento aponta que o Brasil mantém tendência de redução de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), resultado da baixa circulação de vírus respiratórios como influenza A, Covid-19 e vírus sincicial respiratório (VSR) na maioria dos estados. No entanto, a situação é diferente em estados do Norte, como Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia, que registram incidência elevada da síndrome e tendência de crescimento nas últimas semanas.

Segundo a pesquisadora Tatiana Portella, do Infogripe, o período do Carnaval exige atenção redobrada. A orientação é que pessoas com sintomas gripais evitem participar das festividades e permaneçam em repouso. Caso decidam sair, a recomendação é o uso de máscaras de boa qualidade e a preferência por ambientes abertos ou bem ventilados, reduzindo o risco de transmissão dos vírus.

O boletim chama tenção para a vacinação. Diante do aumento de casos de influenza A no Norte, a Fiocruz reforça a importância de que os grupos prioritários, como idosos, indígenas, pessoas com comorbidades e profissionais de saúde, busquem a imunização o quanto antes. Além disso, com a proximidade do período sazonal do VSR, gestantes a partir da 28ª semana de gravidez devem se vacinar para garantir proteção aos bebês após o nascimento.

A análise epidemiológica mostra que, nas quatro últimas semanas, a Covid-19 foi responsável por 22,3% dos casos positivos de SRAG e por 45% das mortes associadas à síndrome. A influenza A respondeu por 19,3% dos casos e 24,3% dos óbitos, enquanto o rinovírus representou 32% dos casos positivos. Já o VSR manteve maior impacto entre crianças pequenas.

No Maranhão, a capital São Luís permanece em nível de alerta para a incidência de SRAG, segundo o boletim. Apesar disso, os dados indicam que não há sinal de crescimento da doença na tendência de longo prazo, o que aponta para um cenário de estabilidade nas últimas semanas.

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