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André Luiz apresenta propostas da direita e para a segurança no estado em entrevista no JD2

Em entrevista ao Jornal da Difusora 2ª edição , o candidato do Partido Missão detalhou propostas de sua candidatura e projetos.

Em entrevista concedida ao Jornal da Difusora 2ª edição, nesta terça-feira (22) o candidato ao Governo do Estado do Maranhão pelo partido Missão (14), André Luiz, apresentou as suas principais ideiais e propostas para a gestão do Estado. A entrevista faz parte do projeto ‘Eleições 2026’, da Tv Difusora, que apresenta a sociedade a oportunidade de conhecer os candidatos ao governo.

Durante a sabatina conduzida pela bancada do telejornal, composta pelo apresentador Giovanni Spinucci e pelo jornalista político Ricardo Marques, o candidato abordou temas centrais como reformas administrativas, segurança pública e o posicionamento do partido no cenário político nacional e estadual.

Sobre o direcionamento do partido tendo em vista a visita do candidato a Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL), hoje em São Luís, André Luís, destacou que o partido está fazendo um novo jeito de se fazer política na direita, sem se enquadrar no bolsonarismo.

“Conseguimos de fato fazer e criar o partido, nos posiciosamos como um partdo legítimamente de direita no Brasil. Estamos buscando um novo jeito de fazer política. Em 2014 tivemos o renascimeto da direita, o bolsonarimso já existia e fazia parte do Centrão. Você vai entender que quem fez o impeachment de Dilma Rousseff fomos nós, o Partido Missão. E lá em 2014, 2013, começou a construção, o renascimento da direita nos protestos que começaram, o movimento Vem Pra Rua, esse movimento foi crescendo, dali de fato surgiu a direita. O Bolsonaro pegou a onda da direita que tava renascendo, mas quem tava pilotando e construindo eramos nós, do Partido Missão. E agora estamos apresentando um novo jeito de fazer política e nós nos posicionamos como o único partido legitimamente de direita. E aqui no Maranhão eu sou o único candidato da direita e peço seu voto”, cita o candidato.

Um dos destaques foi como o partido está se desenvolvendo para chegar ao segundo turno, visto que de acordo com algumas pesquisas, a direita teria essa possibilidade. “No nosso projeto nacional, tendo o nosso candidato Renan Santos (Missão), podemos levar essas ideias. E ele tem toda a possibilidade de ir para o segundo turno com o presidente Lula e sair vitorioso por não está envolvido na crise política do Banco Master, que todo o país já conhece”, diz.

André Luiz posicionou o Partido Missão e a candidatura de Renan Santos à Presidência da República como a única alternativa legitimamente de direita no país. O candidato teceu críticas tanto ao Partido dos Trabalhadores (PT) como ao Bolsonarismo/PL. “No segundo turno vai acontecer uma mudança muito grande, porque, lamentavelmente, Flávio Bolsonaro não é Jair Bolsonaro. Tudo isso vai eclodir agora na época da campanha. Porque Renan Santos não tem esses riscos de chegar lá na hora do segundo turno e perder pro Lula. Então eu peço o seu voto para Renan Santos, porque nós somos o único projeto legitimamente de direita. Então hoje o nosso povo tem a oportunidade de voltar a vencer e o único jeito de vencer o Lula no segundo turno é com Renan Santos presidente”


Na entrevista também foi levantada a ideologia do partido na área de segurana pública, que é uma pauta prioritária do Missão conforme o candidato. O entrevistado foi questionado sobre um posicinamento “Por isso que eu quero prender ou matar bandido”, que ele apresenta durante sua campanha.

“Nós somos a única proposta para o governo do Estado que coloca o dedo na ferida e apresenta as estratégias para o crime organizado. Assassinar alguém que está sob a tutela do Estado é um crime. A proposta é o endurecimento das penas”, explicou.


No âmbito da gestão do estado, André Luiz, explicou como trabalhará a implantação de suas 179 propostas sem mexer no orçamento público. André Luiz defendeu a implementação de um plano de ajuste fiscal para o Maranhão. A proposta prevê a redução de pelo menos 25% dos cargos comissionados na administração pública estadual, bem como a extinção de órgãos considerados pelo candidato como dispensáveis.

O plano inclui também a reestruturação e fusão de secretarias com o objetivo de economizar recursos e redirecioná-los para investimentos essenciais. Para viabilizar a tramitação do projeto na Assembleia Legislativa, o candidato destacou que pretende recolher 103 mil assinaturas em pelo menos 18% dos municípios maranhenses.

A entrevista completa estará disponível no canal no youtube da Tv Difusora.

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