Nas eleições de 2026, eleitores com fibromialgia terão direito ao atendimento prioritário nas filas de votação. A medida busca facilitar o acesso às urnas para pessoas que podem enfrentar limitações para permanecer em pé por longos períodos.
Para quem convive com a fibromialgia, atividades simples do dia a dia podem se tornar difíceis, principalmente durante os períodos de crise. Ficar muito tempo em pé ou esperar em uma fila, por exemplo, pode intensificar as dores e o cansaço provocados pela condição.
Como os sintomas nem sempre são visíveis, quem possui a condição pode enfrentar dificuldades ao solicitar atendimento prioritário em espaços públicos. Por isso, no dia da eleição, o eleitor deve informar aos mesários ou à equipe de apoio que possui fibromialgia e solicitar a preferência.
A recomendação é levar um documento que comprove o diagnóstico, como o laudo médico, além do documento de identificação e do título de eleitor. Quando disponíveis, os documentos digitais também podem ser apresentados.
Outra opção para o eleitor é utilizar o cordão de girassol, uma forma de identificação destinada a pessoas com deficiências ocultas, ou seja, condições que não são percebidas visualmente, mas podem exigir atendimento ou suporte específico. O uso do cordão ajuda na identificação, mas não substitui documentos quando for necessária a comprovação da condição.
Além das pessoas com fibromialgia, têm direito ao atendimento prioritário eleitores com 60 anos ou mais, gestantes, lactantes, pessoas com deficiência, enfermas, obesas e aquelas que estão com crianças de colo, entre outros grupos previstos pela Justiça Eleitoral. Eleitores com mais de 80 anos têm preferência sobre os demais beneficiários da prioridade.







