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Operação Effractor cumpre 16 mandados contra suspeitos de roubos a casas no MA

A previsão é que a nova ponte seja entregue em 2027.

Foto: reprodução

A Polícia Civil do Maranhão deflagrou, na manhã desta quinta-feira (3), a Operação Effractor, que investiga suspeitos de envolvimento em uma série de roubos a residências na Grande Ilha.

A ação teve como objetivo cumprir 16 mandados judiciais, sendo sete de prisão preventiva e nove de busca e apreensão.

O nome da operação vem do latim effractor, que significa “aquele que arromba”. A denominação faz referência ao modo de atuação investigado nos crimes contra imóveis residenciais.

A operação foi coordenada pela Seccional Norte, vinculada à Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC). As investigações tiveram como base diferentes ocorrências de roubos a residências registradas na Região Metropolitana de São Luís.

Durante o trabalho, os policiais identificaram suspeitos e reuniram informações que serviram de base para o pedido das medidas cautelares concedidas pela Justiça.

As ordens judiciais foram cumpridas em diferentes pontos da Grande Ilha. Em São Luís, as equipes estiveram nos bairros Residencial Paraíso, Aurora e Cidade Operária.

Também houve diligências no Bob Kennedy, em Paço do Lumiar, e no Novo Cohatrac, em São José de Ribamar. Até o momento, dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos.

As equipes também apreenderam materiais que serão analisados pela Polícia Civil. O conteúdo poderá ajudar no avanço das investigações e na identificação de envolvidos em outras ocorrências.

A secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, destacou o trabalho de investigação para combater esse tipo de crime. “A casa é um espaço que precisa ser protegido. Quando criminosos invadem uma residência e ameaçam uma família, a resposta do Estado tem que ser firme. Estamos falando de investigação, inteligência e atuação policial para identificar, localizar e responsabilizar os envolvidos”, afirmou.

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Augusto Barros, a investigação busca definir a participação individual de cada suspeito nos crimes.

“A investigação reuniu elementos relacionados a roubos a residências ocorridos em diferentes pontos da Grande Ilha. A partir desse trabalho, conseguimos identificar suspeitos e representar pelas medidas judiciais. Agora, avançamos na análise do material obtido durante a operação e nas diligências para localizar os demais alvos”, explicou.

A operação contou com a participação de 40 policiais civis. Também participaram equipes da Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP), da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI) e da Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (Seccor).

As diligências continuam para cumprir os demais mandados judiciais e aprofundar as investigações sobre os roubos registrados na Grande Ilha.

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