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Com histórico de 14 mil denúncias em 10 dias em 2024, aplicativo Pardal volta a operar nas Eleições 2026

Ferramenta do TSE já está ativa para receber relatos de propaganda irregular e compra de votos
APP Pardal Eleições

Após o envio, os dados são encaminhados ao Ministério Público Eleitoral e aos juízes eleitorais responsáveis para a adoção das medidas cabíveis.

O aplicativo Pardal voltou a funcionar para o pleito das Eleições 2026. A plataforma, reativada no domingo (16) junto com o início oficial da campanha eleitoral, consolida-se como o principal canal da Justiça Eleitoral para que o cidadão denuncie ilícitos como propaganda irregular, compra de votos e uso indevido da máquina pública.

O histórico de uso da ferramenta demonstra sua alta adesão entre os eleitores. Nas Eleições Municipais de 2024, o aplicativo contabilizou mais de 14 mil denúncias nos primeiros dez dias de operação, alcançando a marca de 34,2 mil registros ao completar 28 dias de funcionamento. A expectativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é manter o engajamento popular para garantir a lisura do processo eleitoral em todo o país.

Como funciona o registro e a autenticação

Disponível gratuitamente para sistemas Android e iOS, o Pardal exige que o usuário realize a autenticação por meio do aplicativo e-Título ou da plataforma Gov.br. A legislação eleitoral assegura o sigilo absoluto da identidade do denunciante durante todas as etapas de apuração.

A orientação é que os relatos venham acompanhados de elementos comprobatórios, como fotos, áudios, vídeos ou links de redes sociais.

Passo a passo para realizar a denúncia

  • Acesso e validação: abrir o aplicativo Pardal e autenticar o acesso via e-Título ou Gov.br.
  • Relato do fato: selecionar a opção para nova ocorrência e detalhar a irregularidade observada.
  • Classificação do ilícito: consultar o guia do app sobre as regras eleitorais e categorizar a infração.
  • Anexação de provas: incluir arquivos de mídia ou URLs que comprovem a conduta suspeita.
  • Monitoramento: guardar o número de protocolo gerado para acompanhar o andamento da apuração pelo app ou e-mail.

Após o envio, os dados são encaminhados ao Ministério Público Eleitoral e aos juízes eleitorais responsáveis para a adoção das medidas cabíveis.

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