Uma reportagem exibida pelo programa Hora D, da TV Difusora, mostrou a situação da Feira do Vicente Fialho, em São Luís. Feirantes e consumidores denunciam problemas como esgoto a céu aberto, falta de água, mau cheiro e sinais de deterioração na estrutura do local.
Logo na entrada da feira, o esgoto corre livremente em frente a estabelecimentos que comercializam alimentos. A situação provoca reclamações de comerciantes e clientes, principalmente por causa do forte mau cheiro.
O proprietário de um frigorífico, Anderson Carneiro, afirma que o problema afasta consumidores e prejudica as vendas.
Segundo ele, clientes reclamam diariamente do odor e da água que escorre na entrada da feira. O comerciante diz ainda que não sabe a origem do esgoto e que o problema nunca foi solucionado. Consumidores também reclamam das condições do espaço.
O servidor público Raimundo Bezerra afirma que a água utilizada na limpeza dos boxes escorre pelo interior da feira, agravando os problemas de higiene. Ele defende melhorias na infraestrutura do local.
O empresário Rondinele Pinheiro também considera que a situação do esgoto precisa ser resolvida com urgência. Segundo ele, além de comprometer a aparência da feira, o mau cheiro incomoda quem trabalha e frequenta o espaço.
A Feira do Vicente Fialho foi revitalizada e entregue à população em março de 2020. No entanto, feirantes afirmam que a falta de manutenção permitiu o reaparecimento de problemas na estrutura.
Entre eles estão calhas corroídas pela ferrugem, pontos de desgaste na cobertura e acúmulo de sujeira em diferentes áreas. Outro problema apontado pelos trabalhadores é a falta de abastecimento de água.
O comerciante Jedson Ferreira afirma que os feirantes estão há cerca de dez dias sem água e precisaram contratar caminhão-pipa para manter a limpeza dos boxes.
Segundo ele, a situação compromete principalmente quem trabalha com alimentos, como peixes e carnes, que exigem higienização constante. Quem frequenta a feira também cobra providências.
A recepcionista Emília Coimbra defende uma reforma e uma limpeza urgente no espaço. Já a autônoma Lourdes Coimbra afirma que o esgoto na entrada da feira prejudica tanto os comerciantes quanto os consumidores.




