Armas de fogo, munições, carregadores e outros materiais foram apreendidos durante as operações realizadas pelas forças de segurança em São João Batista, na Baixada Maranhense, em resposta ao ataque que matou a grávida Samira Costa Correia e o menino Yan Kaleb Costa Santos, de 4 anos, no dia 11 de julho.
Todo o material será submetido à perícia para verificar se foi utilizado no crime.
Segundo a Polícia Civil, o ataque teria sido motivado por uma disputa entre facções criminosas. O alvo dos suspeitos seria o companheiro de Samira, que conseguiu fugir. Sem encontrá-lo, os criminosos incendiaram a casa onde estavam a mulher e a criança, que morreram no local.
Em entrevista à TV Difusora, o comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), major Moraes, afirmou que as informações obtidas em cada operação são analisadas pelos setores de inteligência e utilizadas no planejamento das próximas ações. Segundo ele, esse trabalho pode resultar em novos desdobramentos, com outras prisões e apreensões.
Até o momento, 15 pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no ataque. Outras nove morreram em confrontos com a polícia durante as operações. Além disso, mais de 20 pessoas seguem sendo investigadas por possível participação no crime.
As operações continuam na Baixada Maranhense, com buscas para localizar outros suspeitos e apreender novas provas que possam contribuir para o avanço das investigações.




