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Caso Samara: polícia abre sindicância para investigar atuação de PMs em ocorrência

Os policiais que atenderam a ocorrência envolvendo a empregada doméstica Samara Regina, agredida pela patroa no município de Paço do Lumiar, não foram afastados das funções. Diferentemente do que havia sido informado inicialmente pelo delegado Valter Vanderlei, durante entrevista ao repórter Judson Carvalho, da TV Difusora, até o momento foi instaurada apenas uma sindicância para apurar a conduta dos agentes envolvidos no atendimento da ocorrência.

O caso aconteceu no dia 17 de abril, quando Samara Regina foi acusada de furtar um anel pertencente à empresária Carolina Sthela. A denúncia ganhou repercussão após a doméstica relatar ter sido vítima de agressões.

Em entrevista à TV Difusora, a própria Samara afirmou que recebeu apoio adequado da equipe da Polícia Militar após acionar a corporação para denunciar o caso. Segundo ela, os policiais acompanharam todo o procedimento inicial da ocorrência.

“Os policiais me acompanharam até a delegacia, eu fiz o BO e depois eu fui para o ML fazer o corpo de delito”, declarou Samara.

Pedido de prisão preventiva

De acordo com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Erik Moraes, o pedido de prisão preventiva contra Carolina Sthela já foi encaminhado à Justiça, juntamente com uma solicitação de medida protetiva em favor da ex-funcionária.

Até o momento, apenas a medida protetiva foi deferida pela Justiça. A expectativa, segundo Erik Moraes, é que o pedido de prisão também seja analisado nos próximos dias.

Ainda conforme o representante da OAB, Carolina já responde a outros 14 processos relacionados a diferentes ilícitos. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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