“Eles chamam outros países que não têm direito a voto e não são impostas cotas a esses países. Jamais participaríamos de uma entidade que estabelecesse cota para o Brasil, ainda mais com o apoio da Petrobras, que é uma empresa aberta no mercado e não pode ter cota”, afirmou o executivo.
Prates também analisou que as regras de funcionamento da plataforma serão analisadas pelo Brasil para tomada de decisão em junho do próximo ano.
A Opep+ reúne os principais produtores de petróleo do mundo. O convite ao Brasil foi anunciado nessa 5ª feira após reunião do grupo que contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Segundo a Reuters, Silveira disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou a carta de cooperação com o grupo de países produtores de petróleo a partir de janeiro de 2024.


