No mês de setembro, 16 pessoas foram presas na Grande Ilha pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Os suspeitos são investigados por casos variados e costumam ter como alvos dos crimes joias, acessórios de ouro e outros objetos de valor.
O delegado Rodrigo Alonso, titular da DRF, afirmou ao programa Bandeira 2, da TV Difusora, que os agentes vêm intensificando as ações para tirar o máximo possível de criminosos das ruas. Além dos casos de roubos de joias, também são apurados e combatidos casos de invasões e roubos a residências e estabelecimentos.
Ainda segundo o delegado, as investigações apontam que em vários casos os ladrões agem de maneira organizada e em grupo. “Normalmente um dos indivíduos observa uma vítima distraída andando em alguma via, passa essa informação para o restante do bando criminoso, que se deslocam para o local onde a vítima está e com uso de arma de fogo e muitas vezes com violência abordam a vítima e subtraem cordões, aneis e pulseiras de ouro”, afirmou.
Um dos casos de maior repercussão foi o de um estudante de Direito de 20 anos que foi baleado ao sair de uma academia na Cohama no início do mês. Na última segunda-feira (28), um homem foi preso suspeito de participar do crime. Segundo Rodrigo Alonso, ele trabalhava como funcionário terceirizado na academia e teria repassado aos comparsas informações sobre a rotina e os hábitos da vítima.
A orientação da polícia é que as pessoas evitem andar com joias de valor elevado muito visíveis e em locais ermos ou de baixa iluminação.






